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quarta-feira, 10 de junho de 2015

#DayOn

A gente sempre sabe quando vai fazer algo errado e, ainda assim, a gente faz.
Minha última postagem é uma prova disso. Esta, portanto, é a prova de que não vale a pena insistir no erro conhecido.

A frase "se arrependimento matasse, eu estava morta" nunca coube tão bem na minha vida. Se arrependimento matasse, eu estava morta. Mas, de certa forma, arrependimento mata e, de certa forma, eu estou morrendo.

E a morte é ruim. Sempre me senti tão viva, tão alegre, apesar dos problemas. Sempre vi os problemas pequenos como grandes, agora tudo é tão insignificante perto de tudo de mau que eu fiz.

Hoje, eu olhei para o meu chefe e senti saudades da semana passada quando ele me fazia querer arrancar meus tufos de cabelo pelas suas mudanças súbitas de ideia. Ontem, quando estava na estrada, senti saudades de ter medo. Meu Deus, como meus problemas eram pequenos!

Meu temores eram mais coisas da minha cabeça do que problemas de fato. Agora, eu só queria voltar atrás e fazer tudo diferente. Ter feito as escolhas que eu sabia que eram certas. Ter apagado a última postagem e ter deitado na minha cama e ido dormir.

Andava suspeitando de que eu tinha mudado. A certeza é a pior constatação que eu poderia perceber. E o que vai me matando a cada manhã é saber que nada será como antes.

Que saudades de mim!

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