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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

23º dia - Portugueses

Centro Histórico do Faro
 Há um consenso mundial, como se fosse uma lei orgânica que rege todas as regras de relações interpessoais. Algo mais forte do que a linguagem corporal (que por aqui, quase todo mundo usa quando o inglês não o suficiente), mais potente do que as expressões de cada cultura, que se diferenciam uma das outras, e mais verídico do que a frase "somos todos iguais": quanto mais bonito o homem, mais idiota ele será. Apenas temos um problema na Europa, coisa simples, mas para quem conhece silogismo, aqui vai um muito fácil de interpretar: quase todos os homens nessa região da Europa são lindos!!!
Old Town Faro
Depois deste parágrafo auto-explicativo, pretendo dissertar sobre outros aspectos.
Nem eu sabia que eu era tão nacionalista. Para falar a verdade, eu não sou. Porém, há algo que minha profissão, e acho que é isso que pegou forte neste aspecto que estou prestes a analisar, ensina-me muito bem a dar valor e este algo é a fala.
Não consigo entender o porque dos portugueses não abrirem a boca para falar. Há vezes que eu me questiono "Eu sei falar português?". Outras vezes eu fico divagando, imaginando como nosso português se distanciou tanto do deles e como eles conseguem se entender falando com a boca tão fechada.
Hoje estava brincando de professora de português com meus amigos da Turquia e da Ucrânia, eles amaram o português do Brasil e, se o Brasil não estivesse tão violento, eu me atreveria a convida-los a visitar este país.
Foto: Elisa Macedo
Os portugueses tacam R em tudo. Não falam o E no final das palavras e não abrem a boca nem pra falar. Sério. Como diriam os meninos "lazy people, lazy language!" Imagino que a diferença entre o português de Portugal para o português do Brasil soe muito mais diferente que o inglês britânico pro americano. Sério mesmo! É porque o britânico você consegue entender, o americano corta tudo, mas é inteligível... Porém aqui, sério... Incrível! É muito complicado. É uma linguagem que só eles estão aptos a compreender.
Um vocabulário desnecessariamente rebuscado, muitas palavras para dizer poucas coisas, totalmente repetitivos e sem falar na panela de pressão ligada durante toda a conversa, até quando a palavra não tem S.
Enfim, vamos falar de coisa boa? kkk
Fotos, arquivo do Lucas.
O Lucas, brasileiro, presbiteriano, fez gordura! Comprou mais comida no Jumbo e me convidou pra ir lá comer um bolo de chocolate. Sério, essa foto pretendo postar aqui.
Agora também, acabei de voltar da recepção de calouros da universidade. Acredite, aquela trolação que rola no Brasil no primeiro dia de aula, não acaba aqui até o fim da segunda semana. Estou achando que na semana que vem nem teremos aula. #Oremos!
Em todos os casos, vou fazer algo para comer. Algo salgado. Chega de Nutela, chocolates e coisas do tipo por hoje.
Abraços povo, Jesus os abençoe.

Elisa Macedo, de Portugal.

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