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sexta-feira, 27 de abril de 2012


Cazuza disse: "E aquele garoto que iria mudar o mundo, assiste tudo em cima de um muro!"
Lis Macedo diz: "E aquela garota que ninguém dava nada por conta, irá mudar o mundo!"




Hoje, em uma discussão acalorada na página do Facebook  Sites importantes para Jornalistas, levou a um combate entre jornalistas, que até começou muito esfumaçado, mas, logo depois, todo mundo deu as caras. É triste ver como muitos dos meus companheiros de profissão não acreditam mais no que podem e, por isso, realmente não podem. É absurdo a quantidade de pessoas que se perderam e já não estão mais conscientes de quem são. Podem facilmente serem substituídas por uma máquina registradora de acontecimentos, afinal, não levam mais as pessoas à pensarem sobre o que estão vendo, apenas cospem informações enlouquecidamente para cima de um público que não depende deles para obter notícia. 
Não é possível que essas pessoas não percebem que graças à elas o jornalismo está se perdendo!
Hoje em dia qualquer "Zé", com um celular na mão e um pouco de desenvoltura, faz uma reportagem. Se esses caras com o canudo na mão não fizerem nada, este canudo, que por lei já não tem valor, vai realmente perder sua dignidade!
Será que não percebemos que nossa profissão é uma das mais responsáveis pelas mudanças no globo (nos dois sentidos)? Será que só iremos acordar para isso quando for tarde de mais? Será que já não é tarde mais?
Estou cada dia mais preocupada com a humanidade! Quem conhece este blog já sabe das minhas crises com essa raça de seres que não dão valor ao poder que tem, mas, hoje, em especial, estou um pouco mais irritada. Principalmente ao ver que quem já chegou onde eu quero estar um dia, não sabe mesmo dar valor a tudo o que pode fazer.
Hoje, oro a Deus por dias melhores para o jornalismo, não só em Juiz de Fora, não só em Minas e, menos ainda, não só no Brasil, mas no mundo! Sou sim uma idealista, sou sim uma apaixonada, mas, nem por isso, meus pés estão fora do chão. Não acredito que o que eu carrego no peito é só um sonho, afinal, eu não sou mais criança! Se eu tenho fé, é porque eu sei que é verdade! 
Por: Elisa Macedo

Nota: Acredito no que eu faço. Se eu não acreditasse, não o faria! Para mim, um jornalista que se vende, que perde sua essência, que não mais leva a verdade, ele é semelhante a um médico que furou com seu juramento de colação. Simplesmente jurou salvar vidas e começa a matá-las na mesa de cirurgia. O jornalista quando não respeita sua profissão faz o mesmo: Vai para a sala de redação e mata a verdade!

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