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segunda-feira, 30 de abril de 2012


Acho que está virando um costume vir neste blog revirar o passado, principalmente, quando se trata de abril. Digamos que este ainda é um mês bem nostálgico... Onde as recordações não ajudam e o presente ainda não foi capaz de apagar o passado.
Talvez eu seja só mais alguém tentando escrever sua própria história, mas parece que perdi as palavras certas. Não me sinto mais uma poeta, uma boa escritora. É como se agora eu tivesse apenas um serviço a fazer. Eu queria tanto poder escrever, viver e falar o que eu penso. Ser de fato livre pra me expressar... Sei que eu tenho dentro de mim tantas coisas boas.
Sabe, eu, há algum tempo, fechei este mundo no qual eu transformei minha vida em letras e palavras, algumas fotografias e mais nada. Mas, hoje, eu permiti um bom amigo dar uma passeada por aqui. Talvez eu só esteja querendo abrir não só este mundo, mas não encontrei coragem o suficiente para ceder. Acho que baixei a guarda por muito tempo, tenho medo dela está em alta para sempre.
Até meu mundinho perfeito de Holywood veio à tona com o fim do seriado OTH que, sinceramente, não me agradou.
Eu me sinto presa de alguma forma muito estranha. É como se o meu certo fosse o tempo inteiro o errado para o mundo. Nem as pessoas que eram pra me compreender o fazem. Estou vivendo uma coisa meio ruim e achando bom... Ouvindo musica, chuva, quarto e internet. Déjà vú? Tenso! Eu não tenho mais 15 anos, verdade, eu não tenho mais 15 anos!!! Não posso ficar me dando a este luxo de ter crise adolescente. Mas, eu só quero ficar aqui... Com esta musica, neste momento, falando coisa com coisa... Coisas que só eu entenda, que muitos possam achar que "agora ela pirou de vez", mas eu sei que esta é a ordem das coisas. A roda gigante está pra baixo, mas ela não fica parada, vai girar... A musica vai ser outra, o dia, outro... E, quem sabe, a história por completa seja algo diferente.
Bom, vou ver o que fez o primeiro episódio da 7temp de OTH ser tão entendiante. Indo ver o último da 6ª.
Bjus LMS, EMS.

domingo, 29 de abril de 2012

Hoje tomei um pouco de vento no rosto. Meio que me inspirei em Titanic, depois de um almoço na casa da minha tia Lane... Vim em cima da carroceria do caminhão do meu pai. Tá certo que é um pouco (totalmente) fora da lei fazer isso, mas, tinha tempos que eu não sentia a realidade.
Tenho passado um tempo considerável no meu quarto, vendo filmes e vivendo vidas que não são a minha ,através de seriados, desenhos... Mil coisas! Até neste blog tenho aparecido raramente.
Ano passado ele foi entregue à poeira, à solidão... Talvez eu estivesse na mesma situação que ele e não estivesse me dando conta disso. Mas, hoje com o vento no rosto, sentindo que eu estava infringindo não só a lei humana, mas, também, rompendo as leis físicas com o vento em meu rosto, assobiando em meus ouvidos, de olhos fechados, em alguns segundos de braços abertos... Era como se naquele momento eu estivesse no céu e pudesse voar. Pudesse tornar todos os meus sonhos realidade, pudesse ir e voltar no passado. Transformar meu futuro em tudo o que eu sempre quis e sem fazer nada... Eu só estava voando, mas me sentia completa, como se todas as metas tivessem sido alcançadas.
Enquanto isso, eu estava com uma musica na cabeça, para falar verdade, foi quase chegando em casa: True Colors. How much colors have at the world? Quantos sonhos podem ser realizados? Quantos serão só sonhos? Quantas são as cores que formam o arco-íris? Quantas estão nele, mas ninguém se lembra, ninguém vê... Like in a rainbow.
Era só o vento... E as cores... True colors!

Elisa Macedo

sexta-feira, 27 de abril de 2012


Cazuza disse: "E aquele garoto que iria mudar o mundo, assiste tudo em cima de um muro!"
Lis Macedo diz: "E aquela garota que ninguém dava nada por conta, irá mudar o mundo!"




Hoje, em uma discussão acalorada na página do Facebook  Sites importantes para Jornalistas, levou a um combate entre jornalistas, que até começou muito esfumaçado, mas, logo depois, todo mundo deu as caras. É triste ver como muitos dos meus companheiros de profissão não acreditam mais no que podem e, por isso, realmente não podem. É absurdo a quantidade de pessoas que se perderam e já não estão mais conscientes de quem são. Podem facilmente serem substituídas por uma máquina registradora de acontecimentos, afinal, não levam mais as pessoas à pensarem sobre o que estão vendo, apenas cospem informações enlouquecidamente para cima de um público que não depende deles para obter notícia. 
Não é possível que essas pessoas não percebem que graças à elas o jornalismo está se perdendo!
Hoje em dia qualquer "Zé", com um celular na mão e um pouco de desenvoltura, faz uma reportagem. Se esses caras com o canudo na mão não fizerem nada, este canudo, que por lei já não tem valor, vai realmente perder sua dignidade!
Será que não percebemos que nossa profissão é uma das mais responsáveis pelas mudanças no globo (nos dois sentidos)? Será que só iremos acordar para isso quando for tarde de mais? Será que já não é tarde mais?
Estou cada dia mais preocupada com a humanidade! Quem conhece este blog já sabe das minhas crises com essa raça de seres que não dão valor ao poder que tem, mas, hoje, em especial, estou um pouco mais irritada. Principalmente ao ver que quem já chegou onde eu quero estar um dia, não sabe mesmo dar valor a tudo o que pode fazer.
Hoje, oro a Deus por dias melhores para o jornalismo, não só em Juiz de Fora, não só em Minas e, menos ainda, não só no Brasil, mas no mundo! Sou sim uma idealista, sou sim uma apaixonada, mas, nem por isso, meus pés estão fora do chão. Não acredito que o que eu carrego no peito é só um sonho, afinal, eu não sou mais criança! Se eu tenho fé, é porque eu sei que é verdade! 
Por: Elisa Macedo

Nota: Acredito no que eu faço. Se eu não acreditasse, não o faria! Para mim, um jornalista que se vende, que perde sua essência, que não mais leva a verdade, ele é semelhante a um médico que furou com seu juramento de colação. Simplesmente jurou salvar vidas e começa a matá-las na mesa de cirurgia. O jornalista quando não respeita sua profissão faz o mesmo: Vai para a sala de redação e mata a verdade!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ainda sinto o cheiro bom de viver... O cheiro da realidade que não me impede de ousar, por vezes, a fragrância da fantasia! Ainda consigo me jogar dentro de uma sala de cinema e, naquele momento, ser aqueles personagens, vivendo aquela vida, daquele jeito! Ainda consigo ser humana, até quando não estou sendo eu.
Às  vezes, penso que levar a discussão de 'cultura capitalista' tão a sério, faz a magia, aquela que não se compra, se perder em meio à tantas teorias e outras coisas.
Pessoas insatisfeitas com a vida real, não irão se satisfazer na fantasia. A fantasia é para quem a vive. A fantasia existe para quem a tem como real.
Não digo para ficarmos nos projetando... Isso é doença, mas digo para que durante aqueles 90 minutos, ou 180 (no caso do Titanic) você deixe pra trás os seus problemas.
Sou contra cultura vendida, mas se tem algo que eu sou incoerente neste assunto é em relação ao cinema. Sim, eu vou ao cinema para ver a ficção, a realidade, deixa que ela eu a vivo!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Sabe aquele dia chato? Que começa com você passando mal, mas sem identificar qual é o mal que você está sentindo? De repente, parece que ninguém está te entendendo?
Pois bem, muitos podem pensar que eu estou descrevendo uma TPM, mas estou bem longe disso. Eu só não estou entendendo o porque do nada tudo estar ficando um literal SACO!
Irritadícia!
Estou stressada, com uma vontade louca de ficar na cama dormindo... Sabe, meio "que se dane a realidade, eu quero é ver desenho!"
Poxa, eu sei que não dá pra ser assim... Mas, voltando a ver OTH eu descobri que  com o tempo, todo mundo muda. Ao meu redor, todo mundo mudou... Parece apenas que eu, de alguma forma, embora tantas mudanças, continuo a mesma.
Começo a me questionar se isso é algo bom.

segunda-feira, 9 de abril de 2012


Estou tão cansada. Sinto-me como um cachorro correndo atrás do próprio rabo e que não consegue alcançá-lo de forma alguma (porque será?).
Sinto como se estivesse fazendo tanta coisa inútil, que já não consigo mais enxergar o que de utilidade é necessário fazer neste momento.
Quero viver tranquila e mansamente, mas parece que quanto mais eu busco, mais eu não encontro. Parece que quanto mais eu digo: vou fazer o que eu quero pra relaxar, mais cansada eu fico.
Parece que eu ainda estou fugindo e, só eu não me dei conta de que cheguei em um lugar do qual não adianta eu correr mais... Fim da linha colega, agora é retroceder e acertar!
Algo por ai...
Estou com muitas dores, muito cansaço. Durmo e é como se tivesse carregado pedaços inteiros de lenha sozinha a madrugada inteira. Deito e é como se eu tivesse sido obrigada a ficar de pé por vinte minutos com uma bola de chumbo nas mãos.
Eu não sei porque, não caminho pra frente... e, quando olho pra frente, só vejo o meu passado de novo.
Rabo abanante filho de uma boa mãe!
Estou cansada, estou nervosa, estou paralisada e correndo... Como é isso? Não sei, apenas sinto e é estranhamente ruim.
Preciso me deitar em um lugar calmo, tranquilo, olhar o dia passar lentamente, sem pensar que tenho trabalho no outro dia, câmera pra reservar no outro, um computador bugado que minha cunhada pode a qualquer momento estragar minha reportagem inteira que foi feita e que ainda não foi entregue. Quero tirar tanta coisa da minha mente, da minhas costas... Minha cabeça está cheia de coisas de mais!!!
Estou meio que em apuros e não sei o que fazer.
Só queria olhar pra frente e ver algo muito diferente do que um rabo cheio de fiapos olhando pra mim e dizendo: corre, vem me pegar!
Eu só quero um lugar de paz com Deus. Um lugar onde as indiretas sejam insignificantes para mim... Eu sei que eu consigo criar este lugar, mesmo dentro de um ambiente totalmente diferente.
Eu vou chegar lá... Eu só preciso caminhar... Mas, caminhar pra frente e, em linha reta.