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terça-feira, 20 de julho de 2010

Entre o tédio e a tristeza!

Não se tem opção melhor?
Então não escolho nada, deixo que vida escolha para mim.
Deixo que o tempo passe e leve minhas esperanças, pois o que eu podia fazer eu fiz.
É quando não se tem expectativa de dar um beijo, igual quando encontramos algum garoto na nossa sala e nos apaixonamos por ele, ele passa na nossa frente para ir ao  banheiro e sismamos que é por nossa causa e aquilo vira o caos de nossa vida, pensar que tudo que ele faz ele faz por nós.
Se ele der um grito é para que possamos ouvir, se ele pega nosso ônibus é porque ele esperava nos ver, se fala licença é porque foi a única palavra que ele quis dizer enquanto o coração estava com um livro pronto para declamar.
Sabe, é aquela borboleta no estômago ao ver alguém querido apontar, ou então a vontade de ver a pessoa te faz vê-la a cada segundo no rosto de alguém.
E quando uma real conversa começa então a existir?
Aquilo é motivo para uma noite mal dormida, para comer quilos e quilos de chocolate.
Quando há a declaração ai é lindo, porque ficam a aqueles seis meses de vergonha até dar o primeiro beijo.
E quando este acontece... prefiro para por aqui pois não existem palavras para explicá-lo.
Esse é o grande problema das paixões fuminantes da vida... Ela toma esse flerte natural, essa anciedade de ver o fim de semana durar 15 segundos só para encontrar logo com quem se ama e no fim das contas o fim de semana parece ter durado 15 anos.
Cada semana é uma vida inteira vivida, com choros, abraços e sorrisos... É tudo sempre tão bom.
Sinto falta disso.

Nota do dia: Pode não parecer, mas acredite, eu sou uma menina!

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