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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Até que ponto deve ir nossa confiança em alguém?
As vezes ficamos tão decepcionados que esquecemos que essas pessoas também são seres humanos e tem direito de errar, porém o dever de sair do erro.
Até que ponto deve ir nossa confiança em nós mesmos?
Até que ponto somos os santinhos e não nos colocamos no lugar do outro? Até que ponto somos os ÓTIMOS e os restos apenas restos? Até que ponto não erramos?
Será que nos esquecemos que matar é errado assim como mentir? Que fofocar é errado assim como fornicar? Que roubar é errado assim como malcriar pai e mãe? Que chantagiar é errado assim como se prostiuir?
Será que esquecemos que Deus não vê como nós? E que Ele é o juíz e não nós?
Se até Jesus que é JESUS não condena, pelo contrário, Ele defende, quem somos nós então para apontar o dedo para outra pessoa feita dos mesmos materiais orgânicos que nós?
Pior que os problemas são as consequências, hoje aprendi que elas são imprevisíveis...
Você pode estar esperando algo e vir algo muito pior, ou então está com o coração tão aflito para o bombardeio que quando leva um tiro pensa que saiu no lucro.
A questão é que o "menos pior" foi uma expressão criada pelo próprio ser humano para se sentir menos culpados dos seus erros.
Não existe "menos pior", a questão é que nem precisava estar ruim, no entanto se algo não sai "tão errado" quanto estávamos esperando, pensamos que estamos no lucro.
Para visualizarem melhor eu ilustrarei.
"Imagine uma pessoa que faz algo errado e depois se ver nas mãos de alguém sendo chantagiado, ele consegue calar o chantagista e por isso pensa, "menos pior", no entanto esse alguém está muito engando. Não existe menos pior nesse  caso, a questão era não ter feito nada de errado."
As pessoas tem mania de ver vantagem onde elas não tem.
Confiam muito em si mesmas e acreditam nas pessoas em menos de uma conversa.
É incrível como você passa a vida ajudando as pessoas e não ganha uma medalha por isso, mas no dia que faz algo de errado todos te condenam.
Mas espera ai! Quem nos fez juíz de alguma coisa?
Não estávamos lá, não sabemos da situação, não entemos o coração, a circunstância e o momento... Então cabe a nós, mesmo que saibamos de tudo, ou estejamos pensando que sim, ter na cabeça uma coisa: Nós não sabemos de nada.

Nota do dia: O coração é uma caixinha de surpresa, as pessoas mudam de opinião, mudam de atitudes, mudam de tudo... às vezes para melhor, mas nem sempre. Não cabe a nós julgá-las ou então desconciderá-las por isso, mas sim em ajudá-las a retornar para o estado inicial em busca de um caminho melhor na próxima vez. E lembre-se, ninguém precisa de outro juíz além de Deus e a si próprio, afinal todos sabem julgar a si mesmos, talvez por isso procuramos tantos defeitos nos outros, só para não vermos os nossos, ou então termos algo para comprar e dizer: "Eu pelo menos sou 'menos pior'".

Obs: Não considere o "menos pior" como um erro gramatical, apenas como uma expressão errada, porém comumente dita, afinal não há "mais melhor", ou "menos pior".

*Foto de outro blog

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