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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010



Não vou esperar que me julguem pelo que eu sou, pois mesmo que digamos que não ligamos para opinião pública, somos julgados e feridos por ela e, sempre irão nos julgar pelo que aparentamos ser, ou por exteriótipos que carregamos, muitas vezes, até mesmo sem saber.
Não vou esperar o mundo ser bom comigo, pois aprendemos na vida a carregar mais armas do que flores, como se vivessemos num eterno combate em que se mata, ou se morre. Não vale a pena esperar que o mundo te veja como você realmente é. É mais cansativo do que esperar chuva no deserto, do que sofrer em festa, do que trabalhar no verão. É frustrante. É humilhante. Não vou esperar que me amem ao conhecerem minha vida, pois sei muito bem que não nos olham com o coração e sim com os olhos. E estão errados afinal? Só sei que não vou esperar senso humanitário de ninguém, pois na humanidade não existem seres humanos. Somos todos canibais! Carnivoros, querendo comer da carne a alma, matar do corpo ao espírito, deixar-te nu somente. Não vou esperar alegria dos mortos, aperto de mão dos inimigos, festa dos enfermos... Hoje não, não hoje! Quem sabe amanhã... Depois, algum dia. Mas como já disse uma vez, eu quero muito acreditar na humanidade, mas no momento: NÃO TENHO A MÍNIMA ESPERANÇA!

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