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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009


Eu posso até entender. MAs até quando?
Eu posso até aceitar, mas quem vai me aceitar?
Se isso tudo fosse comigo você compreenderia? Você me ajudaria? Você estaria comigo?
Eu posso até mudar, mas você mudaria?
Eu amo você.
Eu me amo também.
Até quando?
Até que ponto?
O limite entre a loucura e obseção está chegando ao fim.
Minha revolta. Minha ira... quero deixar claro que ter a princesa azul é bom, mas é difícil.

...*...

Eu vejo seus esforços, eu vejo sua luta. Assisto da platéia, não inerente, mas torcendo por você.
Eu assisto seu teatro e não acho isso uma palhaçada, embora muitos dêem risadas.
Eu vejo sua dor e não consigo chorar com você, apenas lamento tudo que aconteceu.
Eu penso em você e sei que você pensa em mim, mas infelizmente os únicos momentos que estamos realmente juntos e sozinhos são em nossos pensamentos.
Acho que somos os primeiros que a distância não separa, une.
Sabemos bem, estamos finjindo que isso não está acontecendo, mas sabemos bem. Desde o começo sabíamos.
Não é hora de lamentar. Eu não estou lamentando.
Eu sabia que ia ser assim.
Joguei-me e me arrisquei.
Agora é o preço. Eu pago, tudo bem. incriminações a mim não pertencentes, pré-julgamentos do que sou, nada que nunca passei antes. Tudo bem.
Pelo menos agora tenho um motivo.
Eu vejo sua dor e não a sinto, não porque não possa, mas por que eu realmente não quero. Isso não irá alterar os fatos, só faria um a mais sofrer algo que seria extremamente desnecessário, afinal, eu também já tenho a minha dor.

Dor da solidão!

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