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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A ULTIMA NOITE

Saudade...

Palavra que consome a alma e mata a felicidade levando tudo de bom que tem dentro de nós, deixando apenas uma lacuna negra e profunda em que não há vazio, pois nem ele habitaria em um local tão frio e cheio de dor, mas que lá no fundo ainda guarda a esperança.
Não é um nó na garganta, é realmente a faca no pescoço, a vontade de voltar atráz e de não querer ter conhecido quem um dia te fez tão feliz, mas é a tristeza consumidora de saber que uma pessoa tão especial não passaria na nossa vida.
Tudo isso vã ilusão!
Não há máquina do tempo.
Só há saudade, infelicidade, tristeza e morbidez dentro de um coração ferido e insicatrizável.
É o perceber de pessoas boas ao nosso lado mas que embora dignas de nosso amor, involuntariamente irão nos dividir com memórias de um passado amargo como o fél e sombrio como o calar da noite em uma fazenda isolada e sem nem uma lamparina.
É só você e suas lembranças.
Lembrar pode até suprir por um momento a falta, mas quando se acaba o devaneio a dor volta redobrada, retorcida, contorcida, conturbada.
Eu penso: "Estou louca!"
Realmente sou louca por me apegar a uma memória triste, mas eu já fiz de um tudo que eu sabia para apagá-la de minha mente e todas as tentativas foram piores do que o fracasso, elas só almentavam a lembrança como um monstro roxo a me cercar por onde quer que eu fosse, por onde quer que eu andasse.
Os dias mesmo ensolarados são cada vez mais frios, assim como os dias da semana em que pensei pela primeira vez ter te perdido, no entanto, agora não tremo mais o físico, agora tremo minha memória.
Preciso de uma borracha!

*The last nigth - say goodbye / Skillet*

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