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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Inovar ou aprimorar? Quem merece os créditos?


Hoje estavamos na aula de economia debatendo sobre o Taylorismo. Para quem não sabe, vale a pena dá uma pesquisada nem que seja no pai dos preguiçosos "wikipédia".
Resumidamente, Taylor inovou a forma de produção, fazendo com que se elevassem a podutividade atravéz do aprimoramento e segmentação do processo de produção.
O caso é que ele foi um "gênio", olhando do ponto de vista mercantil. O indivíduo foi além, um cara totalmente fora de seu tempo, adiantado, passo a frente. Mas de certa forma não foi humanitário, mas como a moeda não é feita de um lado, e nem de dois, ela também tem suas bordas... Não aprofundarei nessa questão.
O caso é que, como sempre, vieram as críticas a seu trabalho. Algumas até merecidas e depois de seu trabalho veio os aprimoradores, muito peculiarmente chamados de "Neo- taylor" por um colega de classe, que analizou muito bem ao citar essa nomenclatura.
Mas o que venho relatar é o meu pensamento sobre esses aprimoradores.
Não é muito mais fácil você melhorar algo pronto do que criar algo novo?
Não que isso venha tirar o mérito de Taylor, mas melhorar algo realizado é uma tarefa relativamente mais fácil do que criar algo do nada para resolver um problema imediato.
O exemplo que usei foi do omelete.
Para quem não sabe, bate no google e pesquise diversas receitas e variedades, além de imagens que podem ser interessantes.
Mas voltando ao foco.
Todo mundo acha muito gostoso um omelete com queijinho, bem moreninho, ou um pouco branquelo, com ou sem orégano, acompanhado de um arroz branco ou apenas o próprio omelete. O caso é que fazer um omelete, por mais difícil que seja a receita e mais incrementada que seja, ela partiu de uma simples batida de ovo frito numa panela quente com gordura.
Ai os pobres de cultura intelectual perguntam: "E daí?"
Yo digo.
O caso é tenso! Por que ter a idéia de melhorar o ovo frito foi exelente, mas devemos sempre olhar o que o gerou, as raízes, o idealizado, o danado do OVO FRITO!
O cara que do nada pensou: "Cara, vou parar de comer esse troço cru e vou passar a fritá-lo" foi o gênio da gastronômia, quem criou o omelete apenas usou dessa idéia pré, e existente.
Não desmerecendo o omeletezinho, que lá tem seu lugar e muitas vezes, compreessivamente tem a preferência por ser mais apreciativo, mas foi o ovo frito que gerou isso tudo.
Análogamente, temos Taylor.
Entendam, não estou defendendo e nem ideologizando o Tay, mas apenas demonstrando que apesar de muitos terem aprimorado e levado as nossas indústrias ao que são hoje, consumidoras de seres humanos, ou grandes produtoras de bens para a sociedade consumista, ou seja lá o que for ou pensar, quem trabalhou inicialmente a idéia foi Taylor.
Aff... Agora tow pensando... Sendo sincera até de mais. Pra que isso tudo?
¬¬
É como aconteceu com um texto meu de escola, eu fiz, alguém adaptou a linguagem para uma forma mais, digamos que "popular", para não descer o nível, mas idependente do que ela tenha feito no texto, a história, a narrativa, a sequência de fatos e a idéia central passada era minha, e por mais adaptada que estivesse, eu sou a autora daquele teatro.
Inovar (criar) ou aprimorar? Quem merece os créditos? Ambos por terem trabalhado? O primeiro por ter criado? O segundo por ser um sangue-suga com cérebro? Isso com certeza vai divergir, mas o que ninguém pode desmerecer é o trabalho que cada um faz. (nem que seja o de plagiar,ou atrapalhar. nem sei por que tow falando isso). :/
.......

Rafael me fez perder meu emo!!! Triste. chorei e esperniei mesmo dentro do buzum! Espero que o ranger da lata velha tenha abafado o choro.

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