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domingo, 17 de maio de 2009

Pra falar do amor


Estou ouvindo uma musica que cita que para o ser humano falar de amor ele deve aprender a repartir o pão. Quantas vezes nós temos feito isso? No sentido literal? No sentido figurado?

Quantas vezes temos deixado nossa vontade para fazer alguém feliz. Não que nós devamos anular a nossa felicidade, isso nunca, mas quantas vezes temos sido menos egoístas a ponto de pensar em outras pessoas e esquecendo o que queremos ou fazemos?

Por que todo mundo tem medo de andar na contra-mão do mundo? Será medo de colidir com idéias contrárias? Se as pessoas nao fossem tão presas a seus próprios dogmas, mas tivessem mais embasamento em seus ideais, creio que os conflitos exisitiriam, mas não para gerar a guerra e sim para trazer solidariedade e compreensão.

As pessoas são motores cujo as engrenagens são movidas a amor. Mas como tudo anda tão mudado e amor anda sendo tão pouco doado, estamos agora fazendo enxertos ou implantes cujo o nosso coração é uma máquina movida a interesse próprio. Egoísmo singelo?

De forma nenhuma.

É como a musica também diz, as vezes o mau está na frente do espelho e nós estamos procurando o que está de errado no mundo. Será que temos nos olhado muito no espelho. Talvez nao. Por que ninguem muda o mundo se não mudar a si próprio, não é isso que dizem por ai?

O caso é que nosso espelho está embassado~, ou então só olhamos o lado que nos compete a ser agradável apreciar.

Seres humanos, seres hipócritas.

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